2022 World Final

17-21 October, Tenerife (Spain)

Amendoeira O’Connor Jnr. Course. Foto por Pedro Martins Photo

Um total de 36 equipas e de 72 jogadores inaugurou a edição portuguesa de 2022 do World
Corporate Golf Challenge, no campo desenhado pelo saudoso Christy O’Connor Jr. do Amendoeira
Golf Resort, no concelho de Silves.


O vento foi o principal obstáculo dos jogadores que uma vez mais quiseram representar as suas
equipas no Mundial de Empresas que, este ano, é organizado em Portugal pela Golf Concept.
Mas nem o vento travou os bons resultados e houve duas formações a conseguirem ultrapassar os
70 pontos stableford net, enquanto na classificação gross houve um conjunto a chegar aos 68
pontos, realmente um ‘score’ de assinalar.


A equipa da Padaria Trigo Bom encabeçou as duas classificações, com 76 pontos net e 68 gross e
mostrou estar mesmo afinada, mas também é preciso reconhecer que são jogadores ‘corporate’
de elite, sobretudo Miguel Heliodoro, que apresenta um louvável handicap de 2,0. O seu parceiro,
Vítor António, também é ‘single digit’ com 6,0.


“Foi a primeira vez que fiz um resultado tão bom naquele campo e o meu parceiro teve um papel
importante, porque o Miguel não só joga muito bem, como é um grande motivador. Já o tinha
visto fazer noutro torneio +1 gross naquele campo, mas desta vez jogou a Par. Não há dúvida que
68 gross é um grande resultado”, disse Vítor António, o proprietário da Padaria Trigo Bom, na
Figueira, em Portimão.

1º NET – Padaria Trigo Bom, constituída por Vítor António e Miguel Heliodoro. Foto por Pedro Martins Photo

Embora os bons jogadores refiram-se sempre – e bem – ao resultado gross, no WCGC Portugal é o
net que prevalece e é essa a classificação que dita o estatuto de campeão de cada um dos torneios
de apuramento para a Final Nacional, que este ano irá disputar-se no palco do Open de Portugal, o
Royal Óbidos Golf & Spa, no dia 16 de julho.


Portanto, foram os 38 pontos net somados por cada um dos jogadores da equipa campeã que
permitiram à Padaria Trigo Bom vencer com 6 pontos de vantagem sobre a formação da Nicola,
constituída por Nuno Grande e José Rolim, cada um com 35 pontos.

Vítor António admite que conhecer muito bem o campo foi fundamental, ainda mais nas
condições em que se apresentou: “Começámos com vento e frio, sobretudo nos primeiros quatro
buracos quando o sol ainda estava encoberto. E jogámos grande parte do campo com o vento
contra, o que torna o campo ainda mais comprido. Felizmente o Miguel e eu somos compridos e
os greens estavam em excelentes condições. Curiosamente, comecei a jogar golfe há 11 anos,
tenho 50, e foi neste campo que me iniciei. Joguei aqui muitas vezes e conhecê-lo bem, ajudou
imenso”.

Vítor António – Equipa Padaria Trigo Bom. Foto por Pedro Martins Photo


O campo estava mais comprido, mas Vítor António é capaz de drives que rolam no solo a quase
300 metros e o seu parceiro Miguel Heliodoro não lhe ficou atrás. Aliás, se dúvidas houvesse, foi
dele o prémio de drive mais longo patrocinado pela Costa Verde no buraco 11.
O início de prova não foi, contudo, nada fácil e Vítor António sofreu mesmo dois duplos-bogey
logo nos buracos 7 e 8 (a sua equipa saiu do buraco 6).


Subitamente, tudo se alterou no 9: “A 75 metros da bandeira fiz quase um chip-in, a bola ficou a
um centímetro. Fiz o Par e o Miguel também. A partir daí quisemos agarrar o momento e foi o que
fizemos. O Miguel disse que tínhamos de fazer um eagle e um birdie para voltarmos a jogo e foi o
que fizemos, com um eagle logo no buraco 11”.

Miguel Heliodoro – Equipa Padaria Trigo Bom. Foto por Pedro Martins Photo

O início de prova não foi, contudo, nada fácil e Vítor António sofreu mesmo dois duplos-bogey logo
nos buracos 7 e 8 (a sua equipa saiu do buraco 6).
Subitamente, tudo se alterou no 9: “A 75 metros da bandeira fiz quase um chip-in, a bola ficou a um
centímetro. Fiz o Par e o Miguel também. A partir daí quisemos agarrar o momento e foi o que
fizemos. O Miguel disse que tínhamos de fazer um eagle e um birdie para voltarmos a jogo e foi o
que fizemos, com um eagle logo no buraco 11”.


A Padaria Trigo Bom compete no WCGC Portugal há uma dezena de anos e já se qualificou várias
vezes para a Final Nacional, designadamente no ano passado: “Fui algumas vezes à Final Nacional
com o Carlos Poucochinho e no ano passado apurámo-nos no Morgado, mas depois as coisas não
correram bem no West Cliffs. Já este ano o Miguel e eu estamos a apontar para fazermos umas 5
ou 6 abaixo do Par no Royal Óbidos. Sendo no verão, pode ser que não haja muito vento”.


Carlos Poucochinho jogou desta feita na equipa da Beloura Car e também logrou o apuramento via
a classificação gross, com o agradável valor acrescentado do seu parceiro, Manuel Batista, ter-se
imposto também no prémio patrocinado pela Costa Verde para a bola mais perto da bandeira no
buraco 6.

Foto por Pedro Martins Photo

A Costa Verde produz os belos troféus distribuídos em todas as etapas do WCGC e o seu
representante, Paulo Pinto Santos, considera ser um patrocínio relevante para a empresa:
“Portugal, enquanto destino de golfe de excelência e a participação da Costa Verde na indústria do
turismo nacional e internacional, são razões mais do que suficientes que justificam esta associação
entre a Costa Verde e a modalidade, e claro com o WCGC, uma competição ‘corporate’ de
referência”.

Os resultados das oito formações que passaram à Final Nacional foram os seguintes e começamos
pela classificação net:
1.º Padaria Trigo Bom, 76 pontos (com Vítor António e Miguel Heliodoro); 2.º Nicola, 70 (Nuno
Grade e José Miguel Rolim); 4.º Aradepinta, 66 (Nuno Faustino e Francisco Faustino); 5.º Oficina
Vítor Pomba, 64 (João Gomes e Vítor Pomba).


Na classificação gross, surge como primeiro apuramento o da ASP Advogados, que foi 2.ª gross e 3.ª
net e deve salientar-se que um dos jogadores desta equipa, Lourenço Mestre, foi também o
vencedor do prémio da bola mais perto da bandeira, no buraco 17, patrocinado pela Bee
Engineering.


As equipas apuradas pela classificação gross foram as seguintes:
2.º ASP Advogados, 55 pontos (André Santos Pereira e Lourenço Mestre); 5.º PC Férias, 49 (Pedro
Silvestre e Luís Filipe Luís); 6.º Beloura Car, 48 (Carlos Poucochinho e Manuel Batista); 7.º Capítulo
Prateado, 48 (António Machado e José Nazareth Francisco).

Vencedores Gross – Equipa ASP Advogados constituída por André Pereira e Lourenço Mestre. Foto por Pedro Martins Photo

A Golf Concept trouxe novas iniciativas em 2022, como explicou Estela Sargento, promotora do
evento: “Para além do já divulgado Ranking, tivemos 2 novidades em termos de ativações dos
parceiros, o ‘Quick Breakfast by Bonne Maman’ onde tivemos um ‘corner’ com demonstração de
vários produtos da marca destinados a pequeno-almoço, para que os jogadores pudessem provar,
e levar para o campo.

Quick Breakfast by Bonne Maman. Foto por Pedro Martins Photo

Houve também um espaço dedicado à leitura – o ‘WCGC Media Spot’ onde
colocámos várias revistas e jornais dos nossos parceiros de comunicação, para os jogadores
pudessem ter acesso às notícias do dia, através do Jornal O JOGO, Diário de Notícias, JN, Golfe
Magazine, Revista Executive Digest, Marketeer e Green Savers.”

Momento de Conferência de Resultados, com o Spot WCGC Media. Foto por Pedro Martins Photo


Houve ainda outra iniciativa, desta vez no âmbito tecnológico: “Durante a conferência de resultados
esteve a decorrer o ‘SPIN BY NECTAR’, uma slot machine digital desenvolvida pela Bee Engineering.
A aplicação exclusiva do WCGC Portugal que permite aos jogadores usufruírem de uma experiência
digital após cumprida cada etapa. Utilizando os seus telemóveis, habilitam-se a ganhar prémios
promovidos pelos parceiros do evento e de conhecerem os seus produtos e serviços”.

Momento tômbola digital – Spin By Nectar. Foto por Pedro Martins Photo

Merece ainda destaque a continuação das ações da Distintus que tem trazido ao WCGC Portugal
cozinheiros conceituados, como o Chef Sérgio Gama, que já trabalhou no Noma (considerado um
dos melhores 50 restaurantes do mundo em 2021), desta feita, ofereceu-se o ‘Cocktail Paradise
Escape sponsored by Terras do Demo’, incluindo uma mesa com produtos Délifrance e canapés
Belmar, as conservas de Setúbal, bem regado com Neighbours Premium Gin e uma prova de vinhos
da Adega de Redondo – Porta da Ravessa. Houve ainda espaço para ativações de novos parceiros como foi o caso da Global international Relocation, especialistas em mobilidade internacional de recursos humanos.

Parceiros do WCGC Portugal (da esquerda para a direita) Nuno Pinheiro de Almeida – Adega de Redondo/Porta da Ravessa, Tiago Bicudo – Global International Relocation, Nuno Alves e Ivan Lopes – Paradise Escape, Bárbara Magalhães – BDR, Hugo Santos e Chef Sérgio Gama – Distintus, Rui Alves – Neighbours Premium Gin. Foto por Pedro Martins Photo


A próxima etapa de qualificação do 23.º WCGC Portugal 2022 decorrerá a 30 de abril no Clube de
Golf do Santo da Serra, na Região Autónoma da Madeira.


Hugo Ribeiro / WCGC Portugal 2022
Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico – convertido pelo Lince.

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