2022 World Final

17-21 October, Tenerife (Spain)

Bernardo Corrêa de Barros, Nuno Saraiva, Manuel di Pietro e Miguel Franco de Sousa / © RAMIRO DE JESUS

ONI World Corporate Golf Challenge apresenta época de 2017

O ONI World Corporate Golf Challenge 2017 foi ontem apresentado no Lisbon Secret Spot, em Montes Claros, no Parque de Monsanto. Num espaço muito agradável, com boa música, bar e aperitivos generosos, muitas novidades e a presença dos media e do presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Miguel Franco de Sousa, o que deixou grato o anfitrião Manuel di Pietro, License Holder do WCGC para Portugal e Angola.

Trata-se do maior torneio de golfe amador para empresas no mundo, joga-se a pares e este ano, pela terceira vez consecutiva, a Final Mundial, com os vencedores nacionais de cada país em competição (e são mais de 40 em 51 licenciados), decorrerá no campo de Oitavos Dunes, em Cascais. Assim, se o European Tour tem a sua Race to Dubai e o Challenge Tour a sua Road to Oman, o ONI-WCGC tem, a nível global, a sua “Road to Cascais”.

O grande destaque é a entrada da ONI como naming sponsor do circuito. José Henriques e Nuno Saraiva, respectivamente Chief Marketing Officer e Chief Executive Officer da operadora de telecomunicações, estiveram presentes na cerimónia.

“Faz todo o sentido que nos associemos a este evento, estou certo que vai ser uma parceria de sucesso em 2017 – e espero que dure por muitos e bons anos”, afirmou Nuno Saraiva. “O objectivo é reforçar o nosso posicionamento como prestador de serviços de telecomunicações e de tecnologia de informação feitos à medida junto das empresas nacionais.”

José Henriques revelou que a ONI se prepara para oferecer prémios em todas as as provas do circuito, nomeadamente um smartphone da Huawei na tômbola solidária, cujas receitas revertem para a Fundação Luís Figo; e um green fee duplo de três dias para o mítico Old Course de St. Andrews, neste caso a atribuir ao vencedor de um challenge a realizar no final de cada prova.

Mas há mais: “Vou reservar qual a surpresa que iremos fazer na activação da marca, mas os jogadores vão gostar muito do que teremos para oferecer no final de cada dia. E porque nem toda a gente joga golfe, os jogadores podem levar os seus acompanhantes, pois teremos clínicas de golfe para iniciados, de maneira a terem contacto com o golfe e jogarem o torneio no próximo ano”, acrescentou José Henriques.

Como habitualmente, o circuito divide-se em três fases: Regional (Norte, Centro, Lisboa, Sul), Final Nacional e Final Mundial. A Fase Regional comporta oito torneios, cada um deles com um patrocinador associado. O arranque dá-se já a 18 de Fevereiro, sob o nome da Nau Hotels & Resorts, detentora do campo do Morgado onde a prova se vai realizar, em Portimão, no Algarve.

O Grupo Nau está em evidência no calendário, pois outros dos seus campos, o dos Salgados, em Albufeira, acolhe a outra prova da região Sul, a 25 de Março, esta patrocinada pela Turkish Airlines; e a Final Nacional, a 26, 27 e 28 de Maio, neste caso como patrocinador total do evento.

Todos os patrocinadores terão os seus prémios e actividades próprios. Por exemplo, a companhia aérea turca proporcionará aos participantes a simulação de um voo em primeira classe, com catering incluído; e a Garofalo, a marca de massas mais antiga de Itália, que dá o nome à última prova regional, a terceira de Lisboa, a 11 de Maio, na Penha Longa, oferece um jantar de degustação com os seus produtos neste mesmo Lisbon Secret Spot.

A Dois (Empowering Connections) é o title sponsor do segundo torneio do ano, a 25 de Fevereiro, no Aroeira 1; no terceiro, a 17 de Março na Quinta do Peru (Lisboa), estará envolvida uma marca de automóveis que neste momento está a fazer um rembranding e que por esse motivo não foi já ontem anunciada; no Norte, a Bosch (Montebelo, 8 de Abril) e a Hewlett Packard (Ponte de Lima, 22 de Abril); e no Centro (Dolce Campo Real, 6 de Maio), a Top Atlântico.

Bernardo Corrêa de Barros, administrador da Cascais Dinâmica, começou por cumprimentar o presidente da FPG, “um grande cascalense”, e depois disse que Cascais estava neste torneio “de forma interesseira”, passando a explicar: “Perante um circuito que tem 200 torneios espalhados por 40 países, com oito mil participantes e com um número de 450 milhões de impacto, arrisco-me a dizer que o nosso investimento é miserável. É um vento muito bem organizado em termos de branding e que nos traz uma mais valia que neste momento não se consegue medir.”

Para Miguel Franco de Sousa, a Final Mundial do ONI-WCGC “é um grande evento de empresas que acontece em Portugal, um evento que envolve cerca de 45 países e que traz a Cascais cerca de 400 pessoas ao todo na sua organização, promovendo o concelho como um destino de golfe de qualidade”.

Manuel di Pietro disse que as perspectivas do WCGC em termos globais para 2017 são para que se jogue em cinco continente em mais de 40 países, com perto de 2000 empresas e 8000 jogadores, dos quais cerca de 600 em Portugal. “Este são os números do ano passado, acreditamos que cresca. “Não há nenhum torneio amador com esta dimensão, capacidade de comunicação e multiplicidade de culturas – e por isso é que Cascais tem apostado em nós”, considerou”, referindo que existem conversações para manter a Final Mundial em Cascais além de 2017: “É bom para a prova portuguesa porque puxa o nível da competição nacional e faz falar do país e de Cascais.”

O WCGC foi criado em 1993, numa associação com o jornal “The Times”, com o objetivo de disponibilizar uma plataforma de interação e comunicação entre empresas, através do golfe. O português José Guerra é proprietário desde 2007 e chairman a nível mundial do WCGC.

Artigo publicado a 03/02/2017 18:42 GOLFTATTOO

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